de Fortaleza
A digitalização da identidade é uma estratégia de segurança, para evitar a prática de fraudes. A partir de agora, todos que forem solicitar a segunda via do documento no Instituto de Identificação terão suas digitais armazenadas junto com outras informações pessoais, como nome dos pais e naturalidade. No entanto, o sistema tradicional ainda continua em vigor em outros locais, como as Casas do Cidadão no Benfica e Centro, que emitem a primeira via do documento.
Ao chegar no atendimento, os cidadãos repassam os dados contidos na certidão de nascimento, que irão compor seu registro. Depois, é coletada a assinatura, a digital e realizada a foto. Esse processo, por mais simples que pareça, confunde algumas pessoas.
De acordo com a gerente do Instituto, há pessoas que já levaram 30 minutos para assinar o documento. Já as mulheres costumam reclamar das fotografias e pedir para que uma nova seja feita, o que atrapalha o processo.
A etapa seguinte ao atendimento é o tratamento da impressão, a comparação e a confirmação da digital. Com o banco de informações digital, fica mais difícil para um indivíduo mal intencionado obter um documento. Se ele tentar usar um nome falso para solicitar a identidade, a comparação acusará que o registro dele, na verdade, é outro.
“Hoje, se a pessoa vier a perder o documento ou for roubada fica vulnerável à fraude. Com o novo sistema fica mais difícil”, explica Aurimar Costa.
Ela reforça que a população deve zelar pelo documento de identidade e aconselha a fazer uma cópia, autenticar em cartório e andar com ela.
Diário do Nordeste – CE

